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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

GREVE DOS BANCÁRIOS: Bancos propõem reajuste de 8% e paralização pode acabar nesta quinta-feira

Após 31 dias de paralisação, a greve dos bancários pode acabar nesta quinta-feira, 6 de outubro. Em reunião com a categoria na noite de ontem, quarta-feira,  a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs aos trabalhadores um reajuste nominal de 8% nos salários e abono de R$ 3,5 mil. Os empregados vão se reunir nesta quinta-feira, às 17 horas, em assembleia geral para avaliar a proposta e decidir os rumos do movimento. O Comando Nacional dos Bancários vai indicar aprovação da negociação e o fim da greve, segundo nota do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Além do reajuste e do abono, os bancos ofereceram reajuste de 10% no vale refeição e no auxílio creche-babá e 15% para o vale alimentação. Em 2017 haveria a correção integral no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, com aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.
Um balanço divulgado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região afirma que 42 mil trabalhadores participaram das paralisações durante o período de greve na área de abrangência da entidade, atingindo 727 locais de trabalho, sendo 24 centros administrativos e 703 agências fechados na quarta-feira.
Até a rodada de negociação feita ontem, os grevistas reivindicavam reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando uma inflação acumulada de 9,31%. Além disso, o sindicato pedia o pagamento de três salários mais R$ 8.297,61 em participação nos lucros e resultados, além da fixação do piso salarial em R$ 3.940,24.  Se a proposta negociada ontem for aprovada, o piso de funcionários que trabalham em escritórios nos bancos passam de um piso de R$ 1.976,10 para R$ 2.134,19.



FONTE: Portal CNM

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Greve dos bancários: paralização continua e se aproxima dos 30 dias

Após rejeitarem novamente a proposta dos bancos, na noite desta quinta-feira, 29 de setembro, bancários só se reunirão em assembleia na próxima segunda-feira, 3 de outubro. A decisão pode fazer com que a categoria fique parada por 28 dias - dois a menos da maior greve da história da categoria, em 2004.

Os bancos apresentaram uma proposta válida por dois anos, que pede manutenção do reajuste de 7% para 2016, abono de R$ 3.500 e aumento de 0,5% acima da inflação para 2017.

A categoria pede reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário mínimo nacional (R$ 880). Também é pedido décimo quarto salário, fim das metas abusivas e do assédio moral.


Desperta Caaporã

domingo, 18 de setembro de 2016

Sem acordo, greve dos bancários continua

Sem uma nova proposta da Federação Nacional de Bancos (Fenaban), os bancários decidiram continuar em greve nesta sexta-feira, 16. Na oitava rodada de negociação, feita na quinta-feira, 15 de setembro, os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.
“A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”, disse a Fenaban, em nota, no dia 9. Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.
A greve dos bancários começou na última terça-feira, 6, e até o momento, 12.608 agências e 49 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas em todo o Brasil, segundo o sindicato dos bancários. O número representa 54% das agências no Brasil. A Fenaban não divulgou números.

Do Porta CNM

terça-feira, 6 de setembro de 2016

GREVE NOS BANCOS: COMEÇOU HOJE NA PARAÍBA E NO RESTANTE DO PAÍS

Começou hoje (6) a greve nos bancos em todo o Brasil. Aqui na Paraíba, os integrantes do Sindicato dos Bancários do Estado, fizeram uma Assembleia Geral dos trabalhadores, que não aceitaram a proposta dos empresários, na última quinta-feira (1º). A paralisação é por tempo indeterminado.
A Assembleia
Ainda conforme o sindicato, essa foi uma orientação do Comando Nacional. A Assembleia Geral Extraordinária aconteceu no primeiro dia de setembro, na sede da entidade estadual, na Avenida Beira Rio, em Tambauzinho.
Proposta da Fenaban
"Mais uma vez a Federação Nacional dos Bancos se nega a oferecer uma proposta decente, que valorize os bancários. Após quatro rodadas de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, a Fenaban propôs reajuste de 6,5% no salário, na PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil", diz o Sindicato dos Bancários da Paraíba.
Bancários apontam prejuízos
Ainda segundo a representação dos trabalhadores dos bancos, a proposta da Fenaban não cobre, sequer, a inflação do período, projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para o bolso de cada bancário. Além de rebaixada, a proposta não contempla emprego, saúde, segurança, igualdade de oportunidades e demais reivindicações da categoria.
Presidente do Sindicato considera proposta ruim
Para o presidente do Sindicato dos Bancários do Estado, Marcelo Alves, que é membro do Comando Nacional dos Bancários, a proposta de reajuste é muito ruim. “Além de reduzir salários, a proposta ressuscita o artifício do abono salarial, que é um retrocesso. A orientação é rejeitar a proposta rebaixada e deflagrar a greve. Queremos a reposição da inflação e ganho real, um modelo consagrado há mais de doze anos de negociações, porque os lucros dos bancos são suficientes para o atendimento às nossas reivindicações. Mas, ante a falta de seriedade e a mesquinhez dos banqueiros, chegou a hora de cada bancária e cada bancário mostrar a sua disposição para a luta. Afinal, só a luta garante!”, concluiu.
O que os bancários pedem
Eles querem reposição da inflação do período, mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança, melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é prioridade na Campanha Nacional, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.
Lucros dos bancos
O lucro dos cinco maiores bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa) no primeiro semestre de 2016 chegou a R$ 29,7 bilhões, mas houve corte de 7.897 postos de trabalho nos primeiros sete meses do ano, diz o Sindicato. Entre 2012 e 2015, mais de 34 mil empregos foram reduzidos pelos banqueiros, segundo a categoria.

Do Portal Tambaú 247

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Bancários anunciam greve a partir da próxima terça-feira, 6 de setembro

A categoria dos bancários decidiu, em assembleia realizada nesta quinta-feira, 1º de setembro,  entrar em greve nacional por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira, 6. As principais reivindicações são reajuste salarial de 14,78%, dos quais 5% de aumento e 9,31% de reposição da inflação, reposição das perdas dos vales-alimentação e refeição e na participação nos lucros e resultados (PLR), piso salarial de R$ 3,9 mil, ampliação das contratações, proteção aos empregos e melhoria geral das condições de trabalho.

A Federação Nacional dos Bancos ofereceu aos bancários reajuste de 6,5% no salário e nos auxílios refeição, alimentação, creche, mais R$ 3 mil de abono, mas não houve acordo e a proposta foi rejeitada pela categoria. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), a proposta patronal representa uma perda real de quase 3%.

Já um dos maiores sindicatos da categoria, o de São Paulo, filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), informa que a proposta dos patrões significaria também, em um ano, uma perda de R$ 436,39 nos vales-alimentação e refeição, levando em conta a projeção da inflação.

Na próxima segunda-feira, 5 de setembro, antes da deflagração da greve geral, a categoria realizará uma nova assembleia para ver se os patrões farão uma contraproposta. "A Fenaban (Federação Brasileira de Bancos, que integra a Febraban e representa os associados em todas as questões trabalhistas) tem até o dia 5 para se manifestar, caso contrários os bancários vão parar", diz a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional.

Argumentos
Em nota, a Fenaban alega que a proposta patronal representa ganho superior à inflação na remuneração do ano da grande maioria dos funcionários do sistema bancário. "Somados o abono e o reajuste, a proposta representa um aumento, na remuneração, de 15% para os empregados com salário de R$ 2,7 mil, por exemplo. Para quem ganha R$ 4 mil, o aumento de remuneração será de 12,3%; e, para salários de R$ 5 mil, equivale a 11,1%", alega a entidade, argumentando que o setor "continua sendo o empregador de maior qualidade no mercado de trabalho, pelas condições de trabalho, oportunidades de carreira e remuneração, acima da média de outras categorias".

"Os trabalhadores não são bobos. Querem reajuste digno para os salários, proteção aos empregos, acabar com o assédio moral, as metas abusivas, a sobrecarga de trabalho. Mas para isso os bancos não apresentaram nada. E recusaram pontos importantes para a categoria como a renovação do vale-cultura, o fim da desigualdade salarial entre homens e mulheres, o vale-refeição na licença-maternidade", argumenta Juvandia.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, "é preciso enfrentar neste momento os patrões". E destaca: "Vivemos um golpe para a retirada de direitos e não podemos deixar que isso prevaleça, vamos fazer a greve dos bancários e construir a greve geral."

Da Agência CNM com informações da Agência Estado

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Servidores da Educação de Santa Rita entram em greve

Com salários atrasados, os servidores da Educação de Santa Rita decidiram, após assembleia realizada nesta segunda-feira (15), entrar em greve até que a Prefeitura regularize os pagamentos. Na próxima quarta-feira (17), os servidores realizam um ato público com ‘apitaço’ na praça Getúlio Vargas.
O Sindicato da categoria também vai provocar o Ministério Público para que solicite o bloqueio permanente das contas do município. Os servidores ressaltam que as escolas já deveriam estar no 3° bimestre, mas até agora os alunos da rede municipal não tiveram sequer dois meses de aula.
FONTE: MaisPB

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

G R E V E: SINSERCAP ANUNCIA NOVA PARALIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO POR NÃO CUMPRIMEMTO DE COMPROMISSO POR PARTE DA PREFEITURA

O sindicato dos Servidores Públicos do Município de Caaporã - SINSERCAAP anuncia nova  paralização dos servidores do Magistério pelo não cumprimento de compromissos por parte da prefeitura com a categoria e demais servidores.

Em reunião da Diretoria do SINSERCAAP e a Secretária de Educação do município, ocorrida no último dia 05 quando foi informado que a categoria aguardaria até o dia 10/12 pelo pagamento de novembro e que, caso não fosse cumprido esse prazo automaticamente entraria em GREVE POR PRAZO INDETERMINADO, até que seja efetuado o pagamento de todas as categorias, conforme foi decidido na última Assemléia Geral.

Abaixo oficio da SEDEC:


Da Redação 
com Assessoria
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