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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aprovado relatório da MP da dívida previdenciária com emendas propostas pela CNM

 A comissão mista da Medida Provisória (MP) 778/2017, que prevê o parcelamento da dívida previdenciária de Estados e Municípios, aprovou relatório do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) na tarde desta quarta-feira, 9 de agosto. O parecer do senador contemplou reivindicações do movimento municipalista, como a prorrogação do prazo para aderir ao novo regime de pagamento. No entanto, considerado pleito fundamental para transparência fiscal entre Entes da Federação, o encontro de contas não foi inserido no relatório e, agora, será discutido em plenário.

O texto apreciado abrange grande parte das emendas propostas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), em evidente reconhecimento da força do movimento municipalista, que esteve presente e unido na articulação com parlamentares influentes para apresentação de emendas e elaboração do parecer. O relatório será encaminhado ao Plenário da Câmara para deliberação dos deputados e, em seguida, para o Senado Federal. Nesta etapa, a Confederação também agirá para aprimoramento do texto, com tentativa de inserir o referido encontro de contas.

No texto originário da MP, que autoriza o parcelamento em 200 vezes das dívidas junto à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vencidas até abril deste ano, previa a adesão dos Municípios e Estados interessados ao Programa de Regularização Tributária até 31 de julho. O relator atendeu pedido da Confederação e prorrogou o prazo para 31 de outubro deste ano.

Até o prazo proposto inicialmente, de acordo com dados da Receita Federal, 1.873 Municípios e nove Estados aderiram ao programa. A CNM celebra a nova data limite estabelecida, uma vez que o adiamento permitirá esclarecer mais gestores sobre os benefícios de fazer parte do novo regime de pagamento e, com isso, evitar futuras sanções às administrações endividadas.

O texto aprovado estabelece que a aceitação do parcelamento suspenderá a cobrança de débitos de parcelamentos anteriores. Além disso, ainda define que o pagamento do débito será feito em duas etapas. Primeiro, haverá uma entrada de 2,4% do total da dívida, sem reduções, a ser paga em seis parcelas iguais, entre julho e dezembro. Na segunda etapa, que começa em janeiro de 2018, a dívida restante poderá ser parcelada em 194 vezes. De acordo com emenda proposta pela Confederação e acatada por Lira, o parcelamento será feito com reduções de 40% nos encargos, 40% na multa e 80% nos juros incidentes pelo atraso.

Pleitos atendidos
No relatório apresentado por Lira, o senador também inseriu emenda da Confederação que dispunha sobre a supressão de parte do texto da MP que previa rescisão do parcelamento em caso de falta de pagamento de uma parcela.

Ele ainda adotou no texto emendas no sentido de criar fórmulas de recuperação de créditos do INSS que Estados e Municípios tinham direitos desde maio de 1999. Dessa maneira, o novo texto irá permitir a quitação da dívida da União com os regimes próprios de previdência por meio da compensação com contribuições previdenciárias devidas ou retidas.

A fim de prever essa compensação, o relatório estabelece que a União desembolsará, mensalmente, a partir de 2018, montante destinado aos entes da federação, em parcelas de R$ 1,5 milhão. Se o crédito for maior que esse valor, o desembolso será feito na quantidade de parcelas necessárias para a quitação, limitadas ao prazo de 180 meses.

Encontro de contas
Tópico de intenso debate durante as negociações de alteração do texto da MP, a fim de garantir uma melhor autonomia municipal e transparência fiscal no que tange a questão previdenciária, o encontro de contas não foi incluso no relatório da comissão.

Lira não trouxe para seu relatório a emenda que estabelece o encontro de contas dos débitos da União com os Municípios e dos Municípios com a União. Ela, então, foi destacada pelo senador Lasier Martins (PSD-RS) e pelo deputado Ságuas Moraes (PT-MT). Os membros da comissão tiveram que votar a emenda separadamente e, com argumento desfavorável de Lira, que representou o governo na votação, rejeitaram o destaque.

Essa é uma reivindicação antiga do movimento municipalista, que advém de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A Súmula Vinculante 8, proferida pela suprema corte, prevê a prescrição dos débitos previdenciários em um prazo de cinco anos. Em outras palavras, o Supremo decidiu que a dívida que prescreveu, portanto, deve ser retirada do bolo da dívida.

A Confederação defende que, embora a Receita afirme que isso já tenha sido realizado, não há como o Município ficar ciente dessa quitação enquanto não for realizado o encontro de contas.


Do Portal CNM

quinta-feira, 20 de julho de 2017

MP dá 30 dias para gestora de Juarez Távora demitir parentes ocupantes e cargos de confiança

A prefeita de Juarez Távora, Maria Ana Farias dos Santos (PSD), tem um prazo 30 dias para exonerar todos os ocupantes de cargos comissionados, de função de confiança ou de função gratificada na administração municipal que detenham relação de parentesco consanguíneo, em linha direta ou colateral, ou por afinidade até o terceiro grau, com a prefeita, o vice-prefeito, os secretários municipais, o procurador-geral do município, o chefe de gabinete e vereadores.
A recomendação é do promotor de Justiça João Benjamim Delgado Neto, da Promotoria de Justiça de Alagoa Grande, com o objetivo de combater a prática de nepotismo por parte da administração da prefeita Maria dos Santos. Caso a recomendação não seja atendida, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) adotará as medidas legais necessárias, com ajuizamento de ação civil pública por prática de improbidade administrativa.
Na recomendação também está prevista a rescisão de contratos realizados por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público de pessoas que sejam parentes até o terceiro grau dos ocupantes dos cargos já citados.


Desperta Caaporã
Fonte: Portal do Litoral Pb

sábado, 8 de julho de 2017

Com crescimento real de 8%, primeira parcela do FPM de julho será creditada na segunda (10)

O repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), referente ao 1º decêndio do mês de julho de 2017, será creditado nesta segunda-feira, 10 de julho, nas contas das prefeituras brasileiras. O repasse total será de R$ 1.916.691.924,66, já descontada a dedução do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, isto é, incluindo a dedução do Fundeb, o montante é de R$ 2.395.864.905,83.

De acordo com os dados do FPM, o 1º decêndio de julho de 2017, comparado com mesmo período de 2016, teve um crescimento de 10,70% em termos nominais, ou seja, desconsiderados os efeitos da inflação. O valor real do repasse do 1º decêndio de julho em relação ao mesmo decêndio de 2016 apresentou um crescimento real de 8,04%, isto é, levando em conta as consequências da inflação.

O montante de FPM repassado ao longo de 2017, até o momento, totaliza R$ 53,345 bilhões, o que corresponde a um aumento de 11,62% em relação ao transferido aos Municípios no mesmo período do ano anterior, sem considerar os efeitos da inflação.

Vale ressaltar que este montante leva em consideração o repasse de 1% de julho previsto na Emenda Constitucional nº 84/2014. Em 2016, o governo federal teve um entendimento equivocado da emenda e, por isso, o repasse efetivo foi de 0,75%. Em 2017, é a primeira vez que o repasse é integral de 1%.
Se considerados os efeitos da inflação, o fundo acumulado em 2017 apresenta crescimento de 7,28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Repasse menor
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) ressalta que, no mês de julho, o repasse do FPM é menor, devido à sazonalidade da arrecadação ao longo do ano, que ocorre em função dos níveis de atividade econômica típicos de cada período.

Apesar disso, observou-se que o 1º de decêndio deste mês apresentou crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, deve-se evidenciar a importância do repasse extra de 1% do FPM de julho, uma conquista da CNM em prol do movimento municipalista, que reflete positivamente nas finanças municipais.

Contudo, como a previsão do comportamento dos repasses do FPM no segundo semestre é de desempenho inferior aos resultados obtidos no primeiro semestre do ano, a CNM reforça que é necessário atenção e boa gestão dos recursos municipais.

Veja no quadro abaixo os valores repassados para MUNICÍPIO DE CAAPORàno período de 01 a 10.07.2017
 PERÍODO
HISTÓRICO
VALORES
C/D
01 à 10.07.2017FPM 1% (Extra) 680.127,15 C

FPM411.540,31C

I T R0,00C

ICMS EXPORTAÇÃO0,00C

ICMS ESTADUAL
51.218,04C

C F M
9.871,64 C

FUS
69.413,73C

FUNDEB
228.623,73C

SIMPLES 3.964,55C

TOTAL BRUTO
1.461.629,10C

DEDUÇÕES
       640.135,12          D

TOTAL LÍQUIDO
821.493,98C
Acumulado de 01 a 10.07.2017
ACUMULADO DO MÊS
1461.629,10C
DEDUÇÕES
640.135.12D
ACUMULADO LIQUIDO
821.493,98C
OBS: Nos valores acima não estão incluídos os repasses referente aos programas da SAÚDE, AÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO como: PSF, SAÚDE BUCAL, SAMU, ACS, PETI, PROJOVEM, CRAS, NASF, PNAT, PNAE e outr


PORTAL CNM/BB

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Reajuste do salário mínimo impactará prefeituras em R$ 2,5 bilhões, calcula CNM

O Congresso Nacional aprovou na quinta-feira, 15 de dezembro, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2017. O texto prevê um aumento de 7,5% do salário mínimo, que passará de R$ 880 para R$ 945,80 no ano que vem. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que esse reajuste causará um impacto de R$ 2,5 bilhões no pagamento das folhas municipais.
Em um momento onde os Municípios já estão combalidos com a queda significativa de recursos, qualquer correção pode afetar seriamente as finanças públicas locais. No Brasil, o salário mínimo é utilizado como piso salarial tanto para os empregos formais, onde estão inclusos os funcionários públicos e os trabalhadores com carteira assinada, como também para aposentadorias e outros benefícios sociais, explica a CNM.
Porém, esse não é o único motivo de preocupação. A entidade ressalta que os Municípios brasileiros abrigam mais de três milhões de funcionários com remuneração vinculada ao salário mínimo. As cidades de pequeno porte são as mais afetadas, pois abrigam diversos funcionários cuja remuneração é de até 1,5 salário mínimo. Isso faz com que suas despesas com pessoal aumentem progressivamente ao longo dos anos.
O maior problema dessa política, aponta a Confederação, é que ela não menciona uma fonte de custeio para o gasto extra das prefeituras com o reajuste do salário mínimo e também não permite nenhuma intervenção do poder público local.
Metodologia
Para a realização do levantamento, a entidade utilizou a base de dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reúne diversas informações trabalhistas a nível nacional. Foram considerados para a base final do estudo funcionários públicos municipais de diferentes poderes que trabalham em qualquer ocupação com carga de trabalho semanal superior a 20 horas semanais. Além disso, permaneceram aqueles que ganham mais que R$ 308,18 e menos que R$ 33.763,00.
Na mensuração do impacto de reajuste, a entidade considerou encargos como férias, 13.º salário e outros incidentes no salário base. A CNM destaca ainda, que o banco de dados envolve apenas os funcionários públicos municipais ativos, excluindo, portanto, os aposentados.

Do Portal CNM

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Prefeitura de Alhandra paga 13º salário na próxima quinta-feira (15)

A Prefeitura de Alhandra realiza, na próxima quinta-feira (15), o pagamento do décimo terceiro salário integral aos servidores efetivos e comissionados do município. Desde o início da gestão do prefeito Marcelo Rodrigues, o pagamento tem sido garantido por causa da organização nas contas públicas que também mantém, mensalmente, o pagamento do salário dos servidores em dia.

O prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues, ressaltou a importância de valorizar o servidor público. “Realizar o pagamento, que é de direito desses profissionais, é importante porque mostra a nossa preocupação em manter o equilíbrio financeiro e cumprir a nossa meta, que é de valorizar ainda mais o servidor municipal”, disse Marcelo.

A secretária de Finanças de Alhandra, Karollyna Rodrigues, acredita que o pagamento do 13º aquecerá ainda mais o comércio do município. “Acredito que grande parte destes rendimentos seja injetado no comercio local com a proximidade das festividades de fim de ano, e com isso, movimente ainda mais o comércio local e traga lucros para toda a comunidade”, disse Karollyna.


Do Portal PbAgora

Municípios receberamm 1.º decêndio do FPM na última sexta-feira; valor foi de R$ 2,5 bilhões


O 1.º repasse do mês de dezembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi depositado nas contas dos Municípios na última  sexta-feira, 9. O valor foi de R$ 2.544.782.636,09, com o desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Em valores brutos, somando o desconto do Fundo, o montante será de R$ 3.180.978.295,11.

Segundo a nota elaborada pela área de Estudos Técnicos da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em comparação com o primeiro decêndio do mesmo mês do ano anterior, 2015, o presente decêndio teve um crescimento de 21,58% em termos nominais, sem considerar os efeitos da inflação. Quando se considera o valor real dos repasses e as consequências da inflação, o decêndio apresenta um crescimento expressivo de 14,94%.
Ainda de acordo com a nota, se somado o primeiro decêndio com o recurso do 1% de dezembro, o montante é de R$ 6,953 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o acumulado ficou em R$ 5,036 bilhões.
Acumulado
No acumulado de 2016, o FPM soma nominalmente R$ 87,311 bilhões, frente aos R$ 79,529 bilhões no mesmo período do ano anterior. Em termos nominais, o somatório dos repasses cresceu 9,79%, o que caracteriza um crescimento nos valores efetivamente repassados.

É importante frisar que no montante acumulado do ano estão incluídos os valores do 0,5% de 2015 e o 0,75% de 2016, decorrente das Emendas Constitucionais 55/2007 e 84/2014, conquistas da CNM.
Efeitos da inflação
Considerando os efeitos danosos da inflação, o Fundo acumulado em 2016 tem um modesto crescimento de 0,71% maior do que o mesmo período do ano anterior, destaca a área de Estudos Técnicos.

A CNM enfatiza que o reforço da repatriação contribuiu para o fortalecimento do FPM ao longo do ano de 2016, uma vez que o momento é delicado e os gestores municipais de todo o país enfrentam inúmeras dificuldades para fechar as contas corretamente. Com a desaceleração da economia, o corte de gastos teve impacto direto nas atividades locais.
Diante desse momento de dificuldades, e sendo final de mandato, a CNM ressalva que é preciso um planejamento e reestruturação dos compromissos financeiros das prefeituras, para que seja possível o fechamento das contas sem que haja ônus para os gestores municipais.
Veja no quadro abaixo os valores repassados para MUNICÍPIO DE CAAPORàno período de 01 a 10.12.2016
 PERÍODO
HISTÓRICO
VALORES
C/D
01 à 10.12.2016FPM 1% (09.12.2016)649.476,02C

FPM548.105,82C

I T R0,00C

ICMS EXPORTAÇÃO0,00C

ICMS ESTADUAL
62.402,28C

C I D
0,00C

FUS
91.576,21C

FUNDEB
312.175,17C

SIMPLES2.165,52C

TOTAL BRUTO
 1.672.461,37C

DEDUÇÕES
         332.179,37          D

TOTAL LÍQUIDO
1.340.282,00C
Acumulado de 01 a 10.12.2016
ACUMULADO DO MÊS
1.672461,37C
DEDUÇÕES
332.179,37D
ACUMULADO LIQUIDO
1340.282,00C
OBS: Nos valores acima não estão incluídos os repasses referente aos programas da SAÚDE, AÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO como: PSF, SAÚDE BUCAL, SAMU, ACS, PETI, PROJOVEM, CRAS, NASF, PNAT, PNAE e outros


Do Portal CNM

sábado, 10 de dezembro de 2016

Senado Federal aprova atualização da lei de licitações, em primeiro turno

O Plenário do Senado Federal aprovou projeto de modernização da Lei 8.666/1993 de Licitações e Contratos na tarde desta quinta-feira, 8 de dezembro. O texto deliberado foi um substitutivo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) ao Projeto de Lei da Casa (PLS) 559/2013, que estabelece normas gerais no âmbito da União, dos Estados e dos Municípios. O projeto tem de passar por turno suplementar de votação antes de seguir para a Câmara dos Deputados. 
O texto representa um novo marco legal para licitações e contratos. Dentre as inovações propostas estão: inversão de fases – julgamento de propostas antes da habilitação; contratação do seguro, para garantir a conclusão de obra pública, em caso de dificuldades enfrentadas pela empresa contratada; e estabelece o fim do projeto básico e do executivo, inserindo a figura do projeto completo. 
Também está proposto no texto a reformulação do conceito e dos limites de aplicação da contratação integrada, que só poderá ser adotada para a contratação de obras, serviços e fornecimentos de grande vulto. Além disso, trata da responsabilização solidária da empresa ou prestador de serviços pelo dano causado ao erário na contratação direta indevida, por dispensa ou inexigibilidade de licitação. O PL estabelece como crime a omissão de dados ou informações e estimula a administração a recorrer ao pregão e à concorrência. 
Modalidade
O texto inova, ao criar a modalidade do diálogo competitivo, já usada por muitos países da Europa. Trata-se de uma modalidade de licitação em que a administração pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento do diálogo. Normalmente é usada em casos de inovação técnica ou de tecnologias de domínio restrito no mercado.

A atualização dessa lei é uma reivindicação antiga da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Dentre as mudanças solicitadas pela entidade, incluídas na pauta prioritária do movimento municipalista, destaca-se a atualização dos valores relacionados as modalidades de licitação que estão defasados desde 1998.

Desperta Caaporã
com Portal CNM

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Governador se reúne com prefeitos nesta segunda para discutir investimentos e cenário econômico

O governador Ricardo Coutinho (PSB) se reúne nesta segunda-feira (05) com prefeitos de vários municípios paraibanos para compartilhar experiências administrativas, discutir investimentos e o cenário econômico atual. O evento ‘O Governo e as Cidades’ acontece no Centro de Convenções de João Pessoa, a partir das 8h. O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) adiantou que não irá ao evento em virtude de compromissos em Brasília.
Até a sexta-feira, mais de 200 prefeitos já haviam confirmado presença no evento. A expectativa da organização é que participem do encontro cerca de 700 pessoas, entre prefeitos e vice-prefeitos eleitos ou reeleitos, além de representantes de instituições, a exemplo da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup). Os convites para participar do evento também se estendem a senadores e deputados estaduais e federais da Paraíba.
Entre os temas a serem debatidos estão Modelos de Desenvolvimento e Políticas Sociais, Perspectivas e Desafios da Gestão Pública, além de programas desenvolvidos pelo Governo do Estado, a exemplo do Empreender, Pacto pelo Desenvolvimento Social e o Orçamento Democrático Estadual.
Confira a programação:
8:00 – 8:50 – CREDENCIAMENTO
8:50H – MESA DE ABERTURA COM O GOVERNADOR RICARDO COUTINHO. REPRESENTAÇÕES DA FAMUP, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, CÂMARA FEDERAL.
9:00H. MESA I: “PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA GESTÃO PÚBLICA” – GOVERNADOR RICARDO COUTINHO.
09:30H – MESA II: “MODELOS DE DESENVOLVIMENTO E POLÍTICAS SOCIAIS – 1ª parte”
• EMPREENDER PARAIBA (30 minutos);
• GESTÃO DA SAÚDE (30 minutos);
• GESTÃO DA POLÍTICA PARA AS MULHERES E A DIVERSIDADE HUMANA. (20 minutos);
• GESTÃO MUNICIPAL: A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE POMBAL; (20 minutos);
• GESTÃO MUNICIPAL: A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE PICUÍ. (20 minutos).
12:00 – 14:00H: INTERVALO PARA O ALMOÇO
14:00h – MESA III: “MODELOS DE DESENVOLVIMENTO E POLÍTICAS SOCIAIS – 2ª parte”.
• O PACTO PELO DESENVOLVIMENTO SOCIAL; (20 minutos)
• GESTÃO DA EDUCAÇÃO; (20 minutos)
• CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO; (20 minutos)
• ORÇAMENTO DEMOCRÁTICO ESTADUAL. (20 minutos)
16:00H – MESA IV: PERSPECTIVAS DE AÇÕES PARA 2017. ENCERRAMENTO DO ENCONTRO – GOVERNADOR RICARDO COUTINHO.
STANDS NO LOCAL (3×3):
1 – DETRAN
2 – PROCON
3 – CGE/OUVIDORIA
4 – ORÇAMENTO DEMOCRÁTICO ESTADUAL
5 – SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
6 – SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
7 – EMPREENDER PB
8 – SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO
9 – SECRETARIA DE ESTADO DA MULHER E DA DIVERSIDADE HUMANA
10 – SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO E ARTICULAÇÃO MUNICIPAL – PACTO SOCIAL.

Do Portal MaisPB

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FPM: foi creditado nesta quarta; valor do terceiro decêndio é de R$ 1,78 bi

Foi creditado nesta quarta-feira, 30 de novembro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3º decêndio do mês de novembro. O valor referente ao FPM transferido foi de R$ 1.777.014.308,05, já descontada a retenção do FUNDEB. Em valores brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o montante é de R$ 2.221.267.885,06.

Comparando somente o valor do terceiro decêndio do mesmo com o mesmo mês do ano anterior, 2015, o presente decêndio teve um crescimento de 8,68% em termos nominais, ou seja, desconsiderados os efeitos da inflação. Quanto ao valor real dos repasses, levando em conta as consequências da inflação, o decêndio apresenta um pequeno crescimento de 1,76%.

Acumulado de novembro com repatriação
Somando os valores acumulados dos decêndios de novembro com a o recurso da repatriação, o valor transferido será de R$ 11,414 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o acumulado ficou em R$ 6,478 bilhões. Como pode ser visto na tabela abaixo, o valor da repatriação para novembro foi de R$ 4,683 bilhões.

No acumulado de 2016, o FPM soma nominalmente R$ 80,357 bilhões frente aos R$ 73,407 bilhões no mesmo período do ano anterior. Em termos nominais, o somatório dos repasses cresceu 9,47%.

Quando considerado os efeitos dos recursos da Repatriação, o efeito da inflação foi minimizado. O fundo acumulado em 2016 apresenta um leve crescimento de 0,18% do que o mesmo período do ano anterior.

Esse reforço da repatriação contribuiu para o fortalecimento do FPM ao longo do ano de 2016. Tal medida, que garantiu um reforço aos cofres municipais, se justifica pelo aumento do cerco internacional aos paraísos fiscais e à evasão de divisas e aos recentes acordos que o Brasil fez, com a Suíça por exemplo, para troca mútua de informações tributárias.
Veja no quadro abaixo os valores repassados para MUNICÍPIO DE CAAPORàno período de 21 a 30.11.2016
 PERÍODO
HISTÓRICO
VALORES
C/D
21 à 30.11.2016FPM 382.740,70C

FEP12.785,97C

I T R0,00C

ICMS EXPORTAÇÃO1.763,55C

ICMS ESTADUAL
1.259.548,64C

C I D
0,00C

FUS
246.607,9C

FUNDEB
673.758,12C

SIMPLES18.461,89C

TOTAL BRUTO
2.595.666,78C

DEDUÇÕES
              579.387,81           D

TOTAL LÍQUIDO
2.016.278,97C
Acumulado de 21 a 30.11.2016
ACUMULADO DO MÊS
6.255.998,06C
DEDUÇÕES
1.499.639,31D
ACUMULADO LIQUIDO
4.756.358,75C
OBS: Nos valores acima não estão incluídos os repasses referente aos programas da SAÚDE, AÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO como: PSF, SAÚDE BUCAL, SAMU, ACS, PETI, PROJOVEM, CRAS, NASF, PNAT, PNAE e outros

FONTE: PORTAL CNM/BB
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